Sobre a Cremação

(…)O cordão só se rompe depois que todo o panorama da vida passada, contido no Corpo Vital, for contemplado.

Todavia, deve-se ter muito cuidado em não cremar ou embalsamar o corpo antes de decorridos no mínimo três dias e meio após a morte, porque enquanto o Corpo Vital e os corpos superiores permanecerem unidos ao corpo por meio do cordão prateado, o homem, em certa medida sentirá qualquer exame post-mortem ou ferimento no corpo denso. A cremação deveria ser evitada nos três primeiros dias e meio depois da morte porque tende a desintegrar o corpo vital, que deve permanecer intacto até que se tenha impresso no corpo de desejos, o panorama da vida que passou.

O cordão prateado rompe-se no ponto de união dos dois seis, metade permanecendo com o corpo denso e a outra metade com os veículos superiores. A partir do momento que o cordão se rompe o corpo denso fica completamente morto.

Em princípios de 1906 o Dr. McDougall fez uma série de experiências no Hospital Geral de Massachusetts a fim de verificar se algo invisível abandonava o corpo por ocasião da morte. Com esse propósito construiu uma balança capaz de registrar até um décimo de onça.

A pessoa agonizante foi colocada com seu leito num dos estrados da balança, e no outro puseram pesos até o equilíbrio. Em todos os casos notou-se, que no momento preciso em que a pessoa agonizante exalava o último suspiro, o estrado contendo os pesos descia subitamente, elevando-se o leito e o corpo colocados no outro estrado. Demonstrava, pois, que alguma coisa invisível mas ponderável tinha abandonado o corpo. Os jornais logo anunciaram em letras de destaque, por todo o país, que o Dr. McDougall tinha "pesado a alma".

(…)

 

Conceito Rosa Cruz do Cosmos

2 thoughts on “Sobre a Cremação

  1. o meu comentário é que nada entendo do assunto!!!!!!Mas sinto que dão muito pouco tempo, entre o estado de mortee otempo seja de cremação ou terra.

  2. Olhe Maria, eu já tinha escrito sobre este Tema complexo. Mas o certo é que o Espírito só se liberta dos liames do corpo ao fim de uns tres a quatro dias. Por isso é que os Budistas, durante esses dias fazem orações de encaminhamento do Espírito – explicando-lhe – se assim se pode dizer, de como agir depois do desenlace carnal e como devem agir. E depois, destroêm o corpo em pedaços e retornam-no à Natureza de onde proveio…Mas nas é que a minha Sogra desejou ser cremada e as Filhas, fizeram-lhe a vontade! Sem terem deixado passar esse curto tempo! Dizem que, nesses casos, o Espirito sente os horrores de estar a ser queimado vivo! Seja ou não… eu não faría isso mas, por outro lado, também ao serem enterrados ao fim de 24 horas, muitas vezes, o Espírito, ainda ligado ao corpo pelo cordão de prata… sente a decomposição do mesmo e o sofoco de estar encerrado numa caixa debaixo da Terra… Um dia a ciência explicará melhor… este fenómeno…Luís Sio

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